Integrações com adquirentes de cartões de credito


Você já ouviu falar em adquirente? Se o seu negócio conta com máquina de cartão para receber pagamentos, é importante entender esse conceito. As adquirentes são componentes fundamentais para empreendedores iniciantes que pretendem oferecer diversas formas de pagamento aos seus clientes, afinal, esse tipo de solução costuma trazer vantagens para os negócios, aumentar o número de vendas e a receita mensal.

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A estratégia Mobile First para implementação de aplicações

Mobile first é um conceito aplicado em projetos web onde o foco inicial de arquitetura e desenvolvimento é direcionado aos dispositivos móveis e em seguida para os desktops.

Esse conceito vem ganhando cada vez mais destaques nos projetos digitais e mercados de eventos. Ele afeta diretamente as ações de marketing desenvolvidas nos ambientes online.

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Geolocalização e o seu uso para apoiar a tomada de decisões em aplicações

Muitas vezes quando gostaríamos de ir para um lugar que não conhecemos, é muito comum utilizar algum aplicativo que encontre a menor rota de acordo com o que for mais importante para quem for realizar esse percurso. Entretanto, apesar de ser cada vez mais comum situações como essa, muitas pessoas ainda não sabem como a geolocalização funciona e em como ela está impactando no seu dia a dia.

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Gamificação: Como tornar seu aplicativo mais atrativo

Atualmente é cada vez mais difícil capturar a atenção de uma pessoa em um aplicativo, pois existem diversos fatores que tiram a atenção do usuário quando ele está usando algum aplicativo que não o engaje, não pegue a atenção plena do usuário, alguns exemplos são as notificações de outros aplicativos, como por exemplo alguma marcação em publicação em redes sociais, se o usuário não estiver engajado no aplicativos em questão ele sairá para ver a notificação.

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Autenticação

A Autenticação em sistemas computacionais consiste em confirmar a autenticidade de uma pessoa dentro de um determinado contexto e está relacionado diretamente à segurança do sistema verificando a permissão e os limites de acesso do usuário.

Há diversas formas de autenticação dentro de um sistema como por exemplo: os Smart Cards conhecidos como tokens, a biometria e a mais difundida e aceita que é o uso de senha.

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6 Frameworks para aplicações distribuídas (Server side)

Frameworks são modelos que implementam ferramentas, funções e padrões em um projeto de software, que podem abranger projetos web, mobile e desktop, tanto referente ao front-end quanto o back-end, para as mais variadas aplicabilidades do mercado. Para a definição de um framework em um projeto, é necessário principalmente a boa definição do objetivo do software e as utilidades e facilidades que o framework pode-lhe prover durante todo o ciclo de vida do produto. 

Frameworks Back-end 

Com o objetivo de auxiliar a definição de um framework na criação de um projeto de software, abaixo será listado alguns dos mais reconhecidos Frameworks do mercado para o desenvolvimento Back-end, para as mais variadas linguagens. 

Django

Django 

Django é um framework open source baseado na linguagem python que tem um intuito de criar rapidamente aplicações web altamente escaláveis com o máximo de segurança possível, provendo uma arquitetura semelhante ao mvc, o mtv(model-template-view), hoje ele é um dos frameworks mais populares em desenvolvimento phyton junto com o Flask. 

Spring Framework

Spring

O Spring é um framework da linguagem Java desenvolvido inicialmente para abstrair a usabilidade do kit de desenvolvimento JEE(Java-enterprise-Edition), focado principalmente na abstração da criação de objetos, conexões(como banco de dados) ou arquivos de sistema, proporcionando um melhor gerenciamento dessas questão deixando o foco do desenvolvedor para o desenvolvimento da regra de negócio. 

Ruby on Rails

Rails 

Ruby on Rails é um framework Open Source para linguagem Ruby, foi um dos pioneiros no ambiente de frameworks web mudando os padrões do desenvolvimento web e inflamando da participação da comunidade, focado para desenvolver sistemas do zero ajudando principalmente na parte de configuração e na criação de interfaces como CRUD.  

ASP .Net Core

Asp .Net core

Asp .net core é o framework da Microsoft que está integrada á plataforma open source .net core, que traz versatilidade e agilidade para o desenvolvimento e implementação por herdar a estrutura de multiplataforma do .net core, aprimorando ainda mais essa característica por trazer opções como gerar o código binário para outro sistema, por exemplo, gerar o código binário para um sistema Linux a partir de um sistema Windows com a mesma facilidade e eficácia se estivesse gerando para o mesmo sistema Windows.

Express Js

Express

Express é um framework para o ambiente nodeJs, com o foco de facilitar tratamento de requisições e gerenciamento de rotas, o framework base do Express é bastante minimalista e simples porem é possível adquirir pacotes de middlewares (Tratativas de requisição) de terceiros para as mais variadas funcionalidades.

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Laravel Framework

Laravel

Laravel é um framework de desenvolvimento rápido para PHP, livre e de código aberto. Cujo o principal objetivo é permitir que você trabalhe de forma estruturada e rápida facilitando o gerenciamento de rotas e criação de templates, porem como outros frameworks ele não é considerado muito flexível.

Conclusão

Todo framework tem suas qualidades e possíveis defeitos porem para ver o valor e usabilidade de um framework todo o ambiente e a situação atual deve ser analisada, mas como pontos gerais o benefício de um framework e a simplificação na codificação e uma curva possivelmente menor de aprendizado, contra os defeitos de depender do framework de uma maneira geral e se o framework não for o ideal para sua aplicação, ela poderá perder um desempenho considerável em seu funcionalidade.

Links Relacionados

Autor: Matheus Maciel

APIs para trabalhar com interfaces de voz

O recurso mais atraente das interfaces de conversação é a facilidade em que o usuário possui ao utilizar computadores, smartphones, smartv entre outras inúmeras tecnologias onde a Inteligência Artificial de conversação pode ser implementada. Para estas interfaces deverão ser criados modos de interação de fácil operação, já que por meio do recurso de fala o usuário poderá ter maior liberdade para execução de outras tarefas que exijam a manipulação de entradas de dados de forma convencional e ainda, com o uso de sistemas de síntese de fala o usuário poderá receber informações de forma direta e objetiva.

Uma interface de API de voz oferece o privilégio de interagir com as máquinas em termos humanos. Pode- se dizer que é uma mudança de paradigma das comunicações anteriores. Ela permite que o usuário diga ao software o que fazer, assim, trazendo uma maior inclusão para pessoas com deficiência sendo elas visuais, locomotoras, dentre outras e até mesmo para quem busca uma maior automação dos seus aparelhos.

A área de IA com interface de conversação tem estado em constante alta, nas últimas cinco décadas, sendo considerada uma tecnologia auxiliar de importante avanço com uma melhor comunicação Homem-Máquina. Entretanto, anteriormente não era vista como uma forma confiável de comunicação. Isto porque a capacidade de processamento existente não era suficiente para fazer reconhecimento de fala em tempo real.

As APIS com interface para comando de voz

Com o grande avanço da tecnologia de IA de conversação, pode-se citar algumas APIs principais.

Alexa Voice Service (AVS)

Dispositivos com a Alexa

O Alexa é o serviço de voz criado pela Amazon em 2014 com base em nuvem que se conecta com o Amazon Echo, uma nova categoria de dispositivo da varejista online que foi projetado para se adequar a comandos da sua voz. O Alexa Voice Service (AVS) é o conjunto de serviços da Amazon construído em torno de seu assistente de IA controlado por voz para uso doméstico e outros ambientes. O AVS foi introduzido pela primeira vez com o Echo, o alto-falante inteligente da empresa, que permite a interação por voz com vários sistemas no ambiente e online. O Alexa está disponível para um número cada vez maior de outros dispositivos, incluindo smartphones, tablets e controles remotos.

Ele fornece um conjunto de recursos internos, chamados de habilidades, sendo elas, tocar músicas de vários provedores, responder perguntas, fornece previsões do tempo e consultar a Wikipedia. O Hurricane Center, por exemplo, é uma habilidade do Alexa que fornece informações constantemente atualizadas sobre sistemas de tempestades, com base em dados de agências governamentais. Existe também Virtual Librarian é essencialmente um mecanismo de recomendação que sugere livros, com base em indicações de prêmios, listas de best-sellers e análises de usuários. O Alexa Skills Kit , um kit de desenvolvimento de software ( SDK ), é disponibilizado gratuitamente para desenvolvedores e as habilidades estão disponíveis para download instantâneo na Amazon.com

Sendo totalmente integrado ao ambiente de comércio eletrônico da Amazon, o que significa que torna as compras rápidas e simples. O sistema pode operar como um hub de automação residencial, permitindo ao usuário controlar sistemas de aquecimento e iluminação, por exemplo. O Alexa também se conecta a serviços de mídia de streaming on-line e suporta If This Then That ( IFTTT ).

O sistema de inteligência artificial está disponível no Brasil a partir desse ano de 2019, onde possui 3 tipos de caixas de som com os recursos da Alexa.

Cloud Speech-to-Text

Cloud Speech-to-Text

O Cloud Speech-to-Text permite a fácil integração das tecnologias de reconhecimento de fala do Google nos aplicativos do desenvolvedor. Com ele os desenvolvedores convertem áudio em texto ao aplicar modelos de rede neural avançados em uma API fácil de usar. A API reconhece 120 idiomas e variantes para oferecer suporte à sua base de usuários global. Ele permite ativar o comando e o controle de voz, transcrever áudio de call centers e muito mais. Com a tecnologia de machine learming do Google essa API processa streaming em tempo real ou de áudios pré gravados, ou seja, ela retorna o texto no momento em que ele é reconhecido. Sendo possível a analise de áudios de curta ou longa duração

O Speech-to-Text tem três métodos principais para realizar o reconhecimento de fala. Eles estão listados abaixo:

O reconhecimento síncrono (REST e gRPC): envia dados de áudio para a API Speech-to-Text, executa o reconhecimento nesses dados e retorna os resultados depois que todo o áudio foi processado. As solicitações de reconhecimento síncrono são limitadas a dados de áudio de até um minuto de duração.

O reconhecimento assíncrono (REST e gRPC): envia dados de áudio para a API Speech-to-Text e inicia uma operação de longa duração. Usando essa operação, é possível pesquisar periodicamente resultados de reconhecimento. As solicitações assíncronas para dados de áudio de qualquer duração de até 480 minutos.

O reconhecimento de streaming (somente gRPC): realiza reconhecimento em dados de áudio fornecidos em um stream gRPC bidirecional. As solicitações de streaming são projetadas para fins de reconhecimento em tempo real, como captura de áudio ao vivo de um microfone. O reconhecimento em streaming oferece resultados provisórios enquanto o áudio está sendo capturado, permitindo que o resultado apareça, por exemplo, enquanto um usuário ainda está falando.

Siri

Logo Siri

A Siri é um aplicativo inteligente que auxilia o usuário a realizar tarefas em um aparelho por meio do recurso de voz. Trata-se de um aplicativo no estilo assistente pessoal utilizando processamento de linguagem natural para responder perguntas, executar tarefas e outras atividades. Por possuir uma tecnologia mais refinada, a Siri não necessita que o usuário diga palavras predeterminadas ou comandos específicos, já que a assistente consegue compreender frases de forma precisa.

Fundada por Dag Kittlaus, Cheyer Adam, Tom Gruber e Norman Winarsky, a Siri teve seus primeiros testes realizados em 2007, foi adquirida pela Apple em abril de 2010, porém, apenas começou a funcionar em 2011.  A Siri agora conta com o aplicativo de atalhos embutido no IOS 13. A visualização aprimorada da galeria permite fornecer atalhos pré configurados, esses atalhos também podem ser combinados com ações de outros aplicativos.

Cortana

Inicialização Cortana

A Cortana é um assistente pessoal digital que promete auxiliar os usuários de um sistema computacional a realizar diversas atividades. Não se pode visualizar a Cortana como um simples assistente que permite a realização de atividades através do comando de voz, apesar de essa parecer ser sua principal finalidade. Usado corretamente, esse assistente pode ajudar seu usuário a se manter sempre bem informado, permitindo-o realizar diversas atividades através de dispositivos e plataformas distintas.

Muito além do que serviços de lembrete, ou até mesmo uma interface interativa de pesquisa, a Cortana fornece uma arquitetura que permite facilmente a incorporação de outras atividades ou serviços, melhorando assim sua experiência. Trata-se de um recurso capaz de aprender com o usuário para melhor servi-lo.

Ela permite que o usuário interaja com o computador por qualquer uma de suas interfaces. Caberá ao desenvolvedor, dependendo do contexto, determinar qual ação será desencadeada, ou seja, o usuário pode interagir via texto ou voz e o desenvolvedor decidirá como irá tratar cada uma das interfaces de entrada. Além de prático e fácil de utilizar, a Cortana é compatível com qualquer versão do Windows 10 ou superior, além do Android.

Para o desenvolvedor, é possível a integração das funcionalidades da Cortana às suas aplicações, podendo essa interação ocorrer através de solicitações explícitas ou até mesmo com base no contexto do usuário (análise de seu comportamento).

Ao desenvolvedor, a Cortana oferece também suporte a uma série de ações pré-determinadas, sendo necessário somente fornecer à API uma ligação capaz de indicar como sua aplicação deve responder/completar a ação. O desenvolvedor pode, entretanto, a qualquer momento personalizar uma ação pré-definida (se julgar necessário), buscando assim atender às necessidades de sua aplicação.

Watson Text-to-Speech e Speech To Text

Watson

O Watson possui alguns serviços para integrar texto e voz como o Text to Speech e o Speech to Text.

Onde o Text to Speech transforma um texto em voz, o Speech to Text transforma voz em texto. Esses serviços são basicamente simples e diretos de utilizar e não necessitando de nenhum treinamento adicional. Para a utilização basta instanciá-los no Bluemix (plataforma em nuvem desenvolvida pela IBM) e escolher o idioma. No caso do Text to Speech, dependendo do idioma, também é possível escolher a voz do interlocutor (se masculino ou feminino). Está disponível em 27 vozes (13 neurais e 14 padrão) em 7 idiomas. As vozes selecionadas agora oferecem recursos de Síntese expressiva e transformação de voz. O uso geral desses serviços conta com um vocabulário baseado no diálogo cotidiano. Para alguns tipos de aplicação, esse vocabulário pode não ser suficiente e requerer refinamentos que o ajustem ao domínio da aplicação. Nesse caso, é possível ajustar o modelo de acordo com os termos e pronúncias utilizados naquele domínio.

Com isso pode se verificar a importância que as APIs vem possuindo nos últimos anos, onde podemos ver essa inteligência tomando amplamente destaque no mercado. Com este artigo foi possível identificar algumas das principais e mais desenvolvidas APIs de Voz, mais utilizadas em equipamentos do dia a dias como smartphones e smartvs.

O reconhecimento de voz contínuo é o mais complexo e difícil de ser implementado, pois deve ser capaz de lidar com todas as características e vícios de linguagem, como regionalidade e gírias tão utilizadas frequentemente, de forma natural. Vale ressaltar que as APIs citadas acima trabalham de forma online, sendo assim, para trabalhos futuros estarão direcionadas as pesquisas para APIs que utilizam o reconhecimento de voz de forma offline, para assim, trazer uma maior automação dos equipamentos mesmo desprovidos de internet no momento.

Autora: Laís Fochezatto Sabedot

Referências

Y. Dong and L. Deng, Automatic Speech Recognition. London: Springer-Verlag, 2015.

V. F. S. Alencar. 2005. Atributos e Domínios de Interpolação Eficientes em Reconhecimento de Voz Distribuído. Master’s thesis. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.l

https://developer.apple.com/siri/

https://docs.microsoft.com/pt-br/cortana/skills/

https://conversation-demo.ng.bluemix.net/

https://cloud.google.com/speech-to-text/

https://alexa.github.io/avs-device-sdk/

Flutter Framework: O que é e como funciona

O presente artigo aborda uma breve introdução sobre o que é, e como funciona o Flutter Framework, com o objetivo de demonstrar essa ferramenta de desenvolvimento de aplicativos mobile que está sendo utilizada por alguns desenvolvedores na indústria de software atualmente. Ao longo do trabalho será apresentado a história, funcionalidades e também a arquitetura do Flutter Framework.

Palavras-chave: Flutter. Framework. Mobile. Android. IOS

INTRODUÇÃO

Os aplicativos móveis estão tornando-se cada vez mais populares e presentes na vida das pessoas. O número de downloads desses aplicativos tem apresentado forte crescimento e é notável o aumento do interesse das pessoas por mobilidade. Isso está ligado principalmente à constante evolução dos dispositivos móveis, que tem apresentado capacidade de processamento e armazenamento cada vez maiores. Android e iOS predominam no mercado de sistemas operacionais para smartphones, os dispositivos móveis mais utilizados atualmente. A Tabela 1 demonstra que as vendas globais de smartphones equipados com Android no primeiro trimestre de 2018 representaram a imensa maioria, chegando a 85,9% do total, segundo dados da Gartner (2018). Os outros 14,1% são de smartphones equipados com iOS. Todos os outros sistemas operacionais somados registraram vendas pouco significativas.

Tabela 1Relação de compra de celulares

Fonte: GARTNER, 2018

Com a ascensão na venda de smartphones e a consolidação do Android e iOS como sistemas operacionais predominantes, há uma necessidade cada vez maior no desenvolvimento de aplicativos para atender a demanda das pessoas nas mais diferentes áreas, devido a isso ferramentas de desenvolvimento de software cada vez mais modernas estão sendo criadas e utilizadas pelos programadores ao redor do mundo, como exemplo temos o presente tema desse artigo o Flutter Framework.

FLUTTER FRAMEWORK

O Flutter2 é o SDK de código aberto do Google que permite o desenvolvimento de aplicativos que executem tanto no Android quanto no iOS a partir de uma única base de código. Seu objetivo é permitir que os desenvolvedores criem aplicativos de alta performance com uma experiência nativa em ambas as plataformas.

Seu fluxo de desenvolvimento é orientado ao design e os widgets são os blocos básicos da interface de usuário de um aplicativo Flutter. Assim, existem widgets para definir elementos estruturais como botões, menus e etc. Elementos de estilo como fontes, cores e formatos de texto. Aspectos de layouts como margens e espaçamentos, além de widgets com design específico para a plataforma e iOS. Além disso, o Flutter foi projetado para facilitar a criação de novos widgets e a personalização dos existentes. Os widgets formam uma hierarquia baseada na composição onde cada um herda propriedades de seu superior. A Figura 1 demonstra essa hierarquia.

Figura 1 – Hierarquia dos Widgets

Fonte: https://flutter.io/technical-overview/

O que torna o Flutter diferente da maioria das outras opções para criar aplicativos móveis, é que ele não utiliza os widgets fornecidos com o dispositivo. Em vez disso, utiliza o seu próprio mecanismo de renderização de alto desempenho para desenhar widgets. A Figura 2 representa a arquitetura do Flutter, que é composta pela engine, uma camada fina de código C/C++, e pelo framework, organizado em uma série de camadas, cada uma construída sobre a anterior e onde está implementada a maior parte de seu sistema (composição, gestos, animação, estrutura, widgets). Essa implementação é feita em Dart3, uma linguagem de programação moderna, concisa e fortemente tipada e orientada a objetos.

Figura 2 – Arquitetura do Flutter

Fonte: https://flutter.io/technical-overview/

Autor: Vinicíus Braga

REFERÊNCIAS

ANDROID. Android Platform Architecture. Disponível em: <https: //developer.android.com/guide/platform/>.

GARTNER. Worldwide Sales of Smartphones Returned to Growth in First Quarter of 2018. Disponível em: <https://www.gartner.com/en/newsroom/pressreleases/2018-05-29-gartner-says-worldwide-sales-of-smartphones-returned-to-growthin-first-quarter-of-2018>.

FLUTTER. Editor. 2018. Disponível em: <https://flutter.io/docs/get-started/editor>.

Aplicativos Nativos ou Multiplataforma? Eis a questão…

Neste artigo você vai entender o que são Aplicativos Nativos e Multiplataforma, quais suas vantagens e desvantagens no universo do desenvolvimento mobile.

Todos os dias, inúmeros apps surgem com a finalidade de resolver problemas, atender necessidades ou de simplesmente divertir seu público.

Os aplicativos móveis já são uma mania, com eles podemos realizar tarefas de forma muito ágil, como a de pedir comida, um táxi, controlar nossos gastos, acessar nossa conta bancária, realizar compras, vendas, enviar mensagens e muitas outras funcionalidades que deixam nossa vida mais prática.

Os smartphones e os tablets foram os responsáveis por nos tornar dependentes dessa tecnologia. Eles são os propagadores dos aplicativos “ferramentas” mais utilizados atualmente no mundo digital. Com certeza, permanecerão por muito tempo no topo dos itens mais desejados pelo público em geral.

Devido a popularização dos tablets e smartphones, as empresas foram obrigadas a criar aplicativos mais “inteligentes” e de uma maneira mais rápida. A fim de resolver esse problema, cada empresa criou seu próprio sistema operacional, loja de aplicativos e canais de desenvolvimento tentando obter uma maior fatia desse mercado.

“Afinal, se cada empresa tem seu sistema operacional, podemos dizer que o desenvolvimento, neste caso, será de Aplicativos Nativos?”

A resposta para essa pergunta é: “Sim”, pois os sistemas nativos são os que são criados para uso exclusivo da plataforma determinada pela empresa do ramo móvel.

Os apps nativos necessitam de desenvolvedores especialistas em cada plataforma ou até desenvolvedores que conhecem várias plataformas.

A principal vantagem é que neste caso, o desenvolvedor possui acesso a todos os recursos do dispositivo (acelerômetro, giroscópio, geolocalização, etc..) além de obter um bom desempenho da aplicação.

Como o desenvolvimento é voltado especificamente para cada plataforma, explora muito bem toda UX/UI seguindo a padronização de interface do usuário.

A principal desvantagem dos apps nativos corresponde ao custo do desenvolvimento que é bastante elevado, pois necessita de um desenvolvedor específico para cada plataforma. Além disso, o tempo de desenvolvimento e o prazo de entrega final se tornam maiores, pois todo trabalho terá que ser feito novamente para cada plataforma.

Exemplos de aplicativos nativos: Facebook Messenger, foi desenvolvido para atender recursos dos sistemas operacionais Android e IOS. WhatsApp, famoso aplicativo de mensagens instantâneas, foi vendido ao Facebook por US$ 16 bilhões e faz parte da vida de quase todas as pessoas do mundo todo.

 “E quanto ao desenvolvimento multiplataforma, para que serve?”

Quanto mais sistemas operacionais diferentes, maior será o esforço, tempo e custo necessários para desenvolver um app que atenda a todas as plataformas existentes. Nestes casos, os aplicativos Multiplataformas se destacam.

Os apps Multiplataforma tem uma grande vantagem para o desenvolvedor que é a de escrever em um único código fonte para várias plataformas. Isto é, tem um maior controle sobre o código fonte, qualquer alteração será realizada simultaneamente em todas as plataformas.

Eles acessam recursos nativos do dispositivo através de programas como o Cordova e Phonegap que servem basicamente para criar um app nativo.

Respeita também a UX/UI do sistema operacional do dispositivo, porém tem a desvantagem de utilizar um navegador embutido no aplicativo para demostrar ao usuário a aplicação.

Outra desvantagem é de que as API´s nativas demoram a ser integradas nos apps multiplataformas, portanto, as aplicações têm uma demora maior no quesito da utilização dos novos recursos dos dispositivos.

O custo do desenvolvimento dos apps multiplataforma é bem reduzido, bem como o tempo de desenvolvimento, pois em um único código é possível gerar um app nativo para diferentes plataformas.

Já que o código fonte é único, o desenvolvedor não precisa se especializar em cada plataforma, pois nessa forma não é necessário a utilização de IDE específica.

Exemplos de aplicativos Multiplataforma: Untappd, é uma rede social e de check-in para cervejeiros, onde os usuários encontram cervejarias e bares pelo mundo todo. MarketWatch oferece aos usuários notícias comerciais e informações sobre o mercado financeiro.

 Conclusão

O desenvolvimento Multiplataforma está cada dia mais evoluído, a ponto de já apresentar mais vantagens do que desvantagens. Não quer esta tecnologia seja mais vantajosa que a nativa, pois cada uma delas tem particularidades distintas. Antes de começar um desenvolvimento, deve-se analisar com maior rigor se a mesma atenderá todas as exigências da aplicação, pesar os objetivos futuros bem como a disponibilidade de recursos financeiros da empresa.

Autor Jean Carlos Wieczorek

Artigo do Seminário de Engenharia de Software – 2018/2

 

Material Design – O que é e para que serve esse sistema Google

Material Design nasceu da coleta de informações e conhecimentos que se transformaram em diretrizes para aprimorar a relação homem-máquina, isso tornou-se em um sistema de desenvolvimento para interface do usuário, definido por um conjunto de propriedades que qualquer objeto dentro do sistema deve aderir.

É chamado Material, pois a ideia é trazer um material sólido para a interface virtual, todos os objetos têm uma altura definida, essa altura ajuda na interação com o usuário dando dicas visuais e também é responsável pelas sombras geradas, assim dando um efeito mais natural aos olhos.

As diretrizes do material design não só criam uma experiência prazerosa visualmente, mas também proveem consistência através dos dispositivos e aplicações e dicas do que virá a acontecer na tela.

Pense como um Engine de um jogo, onde toda a física, texturas, iluminação, animações são delimitadas pelas propriedades da Engine. O mesmo vale para o Material Design. Existe um ambiente 3D onde todos os elementos funcionam de formas restringidas pelas propriedades e diretrizes definidas pela Google.

No Material Design existem as propriedades físicas, propriedades de transformação e propriedades de movimento, estas propriedades são combinadas para temos componentes com um comportamento parecido com papel que pode mudar dinamicamente dependendo do seu uso.

Limitações:

Existem algumas limitações impostas pela Google que devem ser respeitadas:

  • Materiais são sólidos e não podem atravessar um ao outro
  • Materiais não podem ser curvados ou dobrados
  • Todos os materiais tem a mesma espessura, definida pelo Google como 1DP (medida utilizada no desenvolvimento Android, que diferente do pixel, vai apresentar o mesmo resultado em diferentes resoluções).

Sombra:

A Sombra é uma das maneiras mais rápidas de identificarmos onde um objeto se localiza num espaço 3D, ou seja, a distância relativa entre eles. A sombra também nos ajuda a identificar movimento, que como estamos em um ambiente 3D pode ser relacionada a altura do material.

Movimentos:

No Material Design movimentos nos trazem um senso de objetivo. Objetos podem ser movidos livremente, e especialmente em relação a altura como mencionado acima. Essa altura é bastante utilizada como uma dica visual para indicar o local de interação do usuário. Isso é implementado usando “Dynamic Elevation Offset“, que é a posição de destino do objeto relativo a posição de repouso dele mesmo.

Por exemplo todos os componentes que sobem num clique, tem a mesma mudança de elevação relativos aos suas posições de repouso. O objetivo é que todos os movimentos do mesmo tipo possam ser agrupados, gerando consistência.

Animações:

O Google identificou que mudanças abruptas de velocidade ou direção são brutas e causam distrações indesejadas. Com isso muitas das animações contam com um processo de aceleração, e para se tornar mais próxima ao mundo real se faz uso de aceleração assimétrica.

Aceleração assimétrica pode indicar o ‘peso’ de um objeto. Objetos menores ou mais leves podem se movimentar mais rápido porque eles precisam de menos “força”, e objetos mais pesados podem demorar um pouco para acelerar porque precisam de mais “forca”.

A transição entre dois estados visuais deve ser clara, suave e de pouco esforço. Uma transição bem feita indica ao usuário onde ele deve focar a sua atenção. O Google chama isso de “Visual Continuity”, tem as seguintes diretrizes para ser consideradas:

  • Onde o usuário deve focar, quais elementos e movimentos apoiam esse objetivo.
  • Transições devem estar conectadas visualmente, através de elementos persistentes e cor.
  • Usar os movimentos com precisão, isso traz clareza e suavidade pra transição.

Quando fazendo uma transição o Material Design considera a ordem o timing dos elementos, isso transmite qual conteúdo é mais importante, criando um caminho para o olho do usuário seguir, o Google chama isso de ” Hierarchical Timing” e deve ser sempre usado para direcionar a atenção do usuário e não deixar todas as transações ocorrerem ao mesmo tempo sem indicativos do que é mais importante.

Quando as transações de elementos são coordenadas, isso cria uma facilidade para o usuário entender o aplicativo, os destinos dos elementos na transação devem fazer sentido e ser o mais ordenados possível, isso é chamado de “Consistent Choreography”. Para obter esse resultado é indicado evitar movimentos conflitosos ou caminhos sobrepostos, a altura em que os objetos de movimentam e porquê fazem isso e indicam até visualizar se o traçando o caminho de todos os objetos movimentados obtemos uma imagem limpa e organizada.

Material Design imita a realidade, traz um sistema de design simples para um ambiente digital 3D com parâmetros e diretrizes bem definidos. Intuitivamente transmite como uma interface deveria funcionar se fosse feita de papel digital. Essa intuição auxilia no rápido entendimento e reconhecimento da interface, com o menor esforço do usuário.

Para saber mais sobre o Material Design e começar a utilizado segue o site oficial, que conta com uma vasta documentação e representações visuais para melhor entender alguns destes conceitos: https://material.io/

Também interessante ver dos próprios criadores alguns comentários da criação e desenvolvimento, segue vídeo de apresentação do Google sobre o tema: https://www.youtube.com/watch?v=rrT6v5sOwJg

Autor: Mauricio Calgaro

Rest API

A Representational State Transfer (REST), em português Transferência de Estado Representacional, é um estilo de arquitetura que define um conjunto de restrições e propriedades baseados em HTTP. Neste artigo, abordaremos alguns conceitos básicos sobre esta arquitetura:

 

O QUE É API?

O acrônimo API que provém do inglês Application Programming Interface (Em português, significa Interface de Programação de Aplicações), trata-se de um conjunto de rotinas e padrões estabelecidos e documentados por uma aplicação A, para que outras aplicações consigam utilizar as funcionalidades desta aplicação A, sem precisar conhecer detalhes da implementação do software.

Desta forma, entendemos que as APIs permitem uma interoperabilidade entre aplicações. Em outras palavras, a comunicação entre aplicações e entre os usuários.

 

O QUE É REST?

REST significa Representational State Transfer. Em português, Transferência de Estado Representacional. Trata-se de uma abstração da arquitetura da Web. Resumidamente, o REST consiste em princípios/regras que, quando seguidas, permitem a criação de um projeto com interfaces bem definidas. Desta forma, permitindo, por exemplo, que aplicações se comuniquem com clareza.

 

ORIGEM DO REST

O HTTP é o principal protocolo de comunicação para sistemas Web, existente há mais de 20 anos, e em todo esse tempo sofreu algumas atualizações. Nos anos 2000, um dos principais autores do protocolo HTTP, Roy Fielding, sugeriu, dentre outras coisas, o uso de novos métodos HTTP. Estes métodos visavam resolver problemas relacionados a semântica quando requisições HTTP eram feitas.

Estas sugestões permitiram o uso do HTTP de uma forma muito mais próxima da nossa realidade, dando sentido às requisições HTTP.

 

EM RESUMO

  • REST é abreviatura de Representational State Transfer;
  • É uma outra forma de desenvolver WebServices
  • REST é um conjunto de princípios que definem como Web Standards como HTTP devem ser usados
  • Aderindo aos princípios REST, teremos um sistema que explora a arquitetura da Web nosso beneficio

 

MÉTODOS HTTP

Abaixo, os métodos padrões para a execução de requisições HTTP, em consumo de serviços REST:

 

  • PUT (INSERIR)

Semelhante ao método POST, a ideia básica do método PUT é permitir a atualização de um recuso no servidor.

 

  • DELETE (EXCLUIR)

Como você já deve estar imaginando, o método DELETE é utilizado com o intuito de remover um recurso em um determinado servidor.

 

  • GET (CAPTURAR)

O método GET é utilizado quando existe a necessidade de se obter um recurso. Ao executar o método GET sob um recurso, uma representação será devolvida pelo servidor.

 

  • POST (ATUALIZAR)

Utilizamos o método POST quando desejamos criar algum recurso no servidor a partir de uma determinada representação. Exemplo disso é quando fazemos a submissão de algum formulário em uma página Web.

 

O QUE SIGNIFICA RESTFUL

Existe uma certa confusão quanto aos termos REST e RESTful. Entretanto, ambos representam os mesmo princípios. A diferença é apenas gramatical. Em outras palavras, sistemas que utilizam os princípios REST são chamados de RESTful.

 

REST: conjunto de princípios de arquitetura

RESTful: capacidade de determinado sistema aplicar os princípios de REST.

 

CONCLUSÃO

Neste artigo, eu procurei oferecer um rápida introdução sobre os conceitos por trás do REST, a arquitetura da Web. É extremamente importante entender o conceito da arquitetura Restful para evitar perda de tempo na construção da API, facilitando a vida de outros usuários que podem estar do outro lado do mundo tentando consumir a sua API. É muito importante evitar que suas APIS sofram alterações constantes e mudam de versão a todo momento, assim dificultando ainda mais a comunicação. Por isso é bom planejar e projetar bem antes de disponibilizá-la.

 

Autor Jonatan Maicon da Costa

 

Referências:

Baseado em,

https://imasters.com.br/front-end/entendendo-como-funciona-o-restful-de-verdade/

https://www.infoq.com/br/articles/rest-introduction

https://becode.com.br/o-que-e-api-rest-e-restful/

http://blog.algaworks.com/4-conceitos-sobre-rest-que-qualquer-desenvolvedor-precisa-conhecer/

UX Design

Uma mudança na forma da visão fornecedor-cliente pode definir futuro de crescimento ou fechamento de um empresa.

Muitas pessoas acreditam que UX Design está ligado diretamente a TI, mas esse é um mito que deve ser quebrado, a UX Design eleva o padrão de experiencia do usuário, podendo ser de um simples uso de um fósforo ou de um complexo sistema web.

O que é UX ?

User Experience, em português, experiência do usuário. Essa sigla referência o motivo, quem, como  e onde é utilizado um sistema ou objeto, que pode ser qualquer coisa.


“User Experience é tudo! É a forma com que você sente o mundo, é a forma como você experiencia a sua vida, é a forma como você experiencia um serviço, um aplicativo, um sistema de computador. Mas é um sistema. É tudo!”

— Don Norman, criador do termo “UX (User Experience)”

O objetivo principal é melhorar de forma continua a usabilidade e a experiencia que o usuário tem com o produto.

É importante ressaltar que UX Experience é uma área multidisciplinar que engloba conhecimentos de áreas diversas, então é muito comum ter conceitos de psicologia atrelado a tecnologia no momento da análise e da melhoria do produto que dever ser algo feito de forma continua.

UI Design ou UX Design?

Esses dois termos são suscetíveis a enganação e erros, acreditar que UX Design e a Interface do sistema estão ligados esta em partes correto, pois para ter uma boa experiencia, é necessário uma interface amigável.

Mas achar que UX Design é relacionado só a interface é um erro, quando falamos de interface, precisamos falar também de UI Design, que é responsável por toda a lógica visual do projeto. Como os elementos de interface são de fato algo muito importante para a experiência do usuário, podemos afirmar com propriedade que o UI Design é um dos muitos elementos que compõem o UX Design.

Usabilidade

A usabilidade é um ponto muito importante na UX, diferentemente do que as pessoas acreditam, ela não está só relacionada com a facilidade que o sistema traz, de fato esse é o ponto menos importante. O foco principal é como ele pode ser usado. Todo produto no mercado hoje em dia precisa de um motivo para existir, logo se ele não tem motivo ele desaparece.

Para ter um sistema de sucesso, o desenvolver ou engenheiro de software precisa usar a empatia para entender o usuário, o desenvolvedor precisa saber que o sistema é feito para uso do usuário. Uma técnica que pode ser usada é definir um avatar, que seria o tipo de usuário que vai usar o sistema, qualificações, idade, conhecimento. A partir dos dados coletados é possível criar um sistema de acordo com o perfil do usuário.

É importante ressaltar mais um vez que a interface também é importante, criar algo simples e intuitivo, que mostre onde o usuário está através de breadcrumbs ou um título que cada página é muito importante.
Mesmo após o sistema criado as melhorias nunca devem acabar, começar com o que tem é o indicado, mas aos poucos ir percebendo em qual nível está a experiencia do usuário,  e criar novas funções para facilitar o acesso a informação e a usabilidade do sistema.

Conclusão

User Design chegou a mercado como uma forma de reunir informações de todos os aspectos  entre a interação do usuário com a empresa, sistema ou produto. Ele sem dúvida estuda todas as maneiras de como deixar o usuário satisfeito de uma forma que atenda todas as necessidades e interesses do mesmo. Ressalto que a verdadeira experiência do usuário não é somente oferecer ao cliente o que ele quer, muito pelo contrário, o cliente normalmente não sabe o que procura, então é responsabilidade da empresa perceber da melhor maneira as necessidades reais do usuário e deixa-los satisfeitos com a experiência obtida.

Esse conceito de perceber a necessidade do cliente, sem que ele fale, ou mesmo saiba o que precise, deve ser feito levando em consideração aspectos como a facilidade de uso, eficiência e utilidade para propor a melhor solução para um determinado problema. Para resolver e criar soluções para o problema, é necessário que a empresa tenha uma visão ampla de todas as possibilidades e disciplinas que envolvem o problema.

Portanto, seguindo todas essas diretrizes, é possível trabalhar o lado emocional do usuário, melhorar a sua experiência com o sistema, e assim garantir o sucesso do projeto.

Fonte: https://www.raffcom.com.br/blog/o-que-e-ux-design/

Autor: Felipe Tartarotti

 

Utilizando a API do Google Maps em Aplicativos Android

Maps

Neste artigo irei explicar como podemos utilizar e algumas funções básicas da API do Google Maps. Irei mostrar como preparar o ambiente para utilização do mesmo, neste caso utilizaremos o Android Studio. Também aprenderemos como conseguir uma chave para utilização da API.

Sem sombra de dúvidas a Google é uma das empresas pioneiras em tecnologia e uma das mais lembradas no assunto. Em 2005 a Google lançou sua primeira versão do que conhecemos hoje como Google Maps, que é considerado a ferramenta de mais utilizada nos dias atuais. E a cada atualização a ferramenta tem se mostrado cada vez mais poderosa para os usuários. Hoje mostrarei os pequenos passos para implementação e uma breve introdução da utilização da sua API para dispositivos Android. Continue lendo “Utilizando a API do Google Maps em Aplicativos Android”