Mínimo Produto Viável – MVP

Startups são empresas em fase inicial que desenvolvem produtos ou serviços inovadores, com potencial de rápido crescimento. Neste contexto de empreendedorismo, principalmente abordando o tema startups, temos o conceito de MVP que no português significa Mínimo Produto Viável.

O MVP é a versão mais simples de um produto que pode ser lançado com uma quantidade mínima de esforço e desenvolvimento. Um MVP ajuda os empreendedores a iniciarem um processo de aprendizagem, poupando tempo e esforços.

O MVP pode ser uma das primeiras etapas do processo empreendedor. Eleger um MVP significa observar e coletar dados sobre clientes e criar situações práticas de negócio que façam com que a startup aprenda e se molde rapidamente com o intuito de lançar uma solução inovadora.

A prática ajuda a investir em um produto certeiro, que seja realmente útil para o seu público alvo. Além disso, depois de algum tempo de prática será possível prever os fatos antes que eles aconteçam, lançar novidades antes que seja tarde demais.

Desenvolver um MVP para ideia de negócio não é garantia de sucesso. Eles são projetados para testar as suposições de um problema que queremos resolver sem que haja muitos investimentos. Para tanto, existem alguns tipos de MVP para auxiliar a escolha da estratégia inicial.

 

Tipos de MVP

 

Papel

Podem ser desenhos feitos à mão, de uma interface para usar como protótipo, ou exemplos ilustrados de um projeto. Fáceis de fazer, visuais que criam entendimento compartilhado. Este tipo de MVP possui algumas limitações, a sua interação é limitada e não testa usabilidade ou hipóteses. Alguns exemplos são diagramas ou esboços.

 

Protótipo Interativo

Estes podem ser representados por maquetes interativas, clicáveis. Testa designs e usabilidades, itera soluções rapidamente e ainda usa entrevistas com clientes. Este não testa hipóteses e nem tecnologias de apoio. Exemplos são HTMLs ou maquetes clicáveis, ou ainda vídeos.

 

Concierge

É um serviço pessoal, em vez de um produto, que manualmente guia o cliente pelo processo, usando os mesmos passos propostos para resolver o problema do cliente no produto digital. Reduz a complexidade, suporta pesquisa generativa, valida suposições qualitativamente com baixo investimento. Seus contras são a escalabilidade limitada, é manual e tem uso intensivo de recursos, o cliente sabe do envolvimento humano.

 

Mágico de Oz

Este é o produto real em operação. Apesar de nos bastidores, todas as funções são executadas manualmente sem o conhecimento da pessoa que está usando o produto. Uma solução em operação da perspectiva do cliente, uma pessoa no papel do mágico pode conseguir envolvimentos mais próximos. Possibilita pesquisa de avaliação para preço e validação da proposta de valor. Alguns dos contras podem ser a escalabilidade limitada devido a um alto comprometimento de recursos.

 

Micronicho

Micronicho consiste em reduzir todas as features do produto ao mínimo, a fim de descobrir se os clientes estão interessados ou dispostos a pagar por ele. Um teste altamente focado, dedicado a qualquer tópico específico, exige mínimo esforço. Um dos contras seria a necessidade de investimento financeiro, pois um dos exemplos deste seria a disponibilização de uma página web simples com o produto oferecido.

 

Software em Operação

Como o próprio nome deste MVP já diz, trata-se de oferecer o produto em operação funcionando plenamente para resolver o problema de um cliente, equipado para medir comportamento de cliente e interações. Alguns dos benefícios são testar hipóteses em um ambiente real, valida suposições qualitativamente. Porém este é caro, precisa de investimento em pessoas e ferramentas.

 

Empresas que utilizaram MVP

 

Facebook

A rede social foi testada, inicialmente, para dentro dos muros da Universidade de Harvard. O período em que a rede atingia apenas os alunos da comunidade universitária foi importante para que o jovem Mark promovesse alterações fundamentais, em linha com o que foi se revelando necessário ao longo do processo de validação.

 

Groupon

A primeira versão do Groupon era um site extremamente simples, feito em wordpress e que gerava cupons em pdf, os quais eram enviados de forma manual a cada interessado.

 

Apple

O iPhone 1 era o típico exemplo de MVP. O aparelho não possuía algumas funções básicas, como copiar e colar, além de exigir download obrigatório do iTunes para ativação. O objetivo aqui era claramente segurar algumas funcionalidades para que fossem lançadas nas versões seguintes do equipamento, gerando ansiedade e euforia entre os clientes.

 

Foursquare

Antes de ir a campo, o serviço de localização coletou depoimentos e sugestões de possíveis usuários, por meio do Google Docs, além de disponibilizar uma versão mais restrita do produto a um grupo seleto de futuros clientes.

 

Autor: Giovani Augusto Varaschini

Um pouco sobre Bootstrap

 

 

 

 

 

 

Desenvolva com facilidade e praticidade.

Principal Framework CSS usado em front-end de aplicações web, com seus recursos, tornam o desenvolvimento de páginas mais fácil, páginas que se adaptam a diversos tamanhos de tela.

Conceito

Bootstrap é um conjunto de componentes correlacionados para ajudar a desenvolver interface com o usuário de forma ágil e fácil. Foi criado em agosto de 2011 pelos desenvolvedores do Twitter, Mark Otto e Jacob Thorton. Tem como objetivo central fornecer ao usuário uma facilidade de desenvolvimento de layouts pré-configurados, tanto para questão de produtividade como também da questão da responsividade.

Customização, responsivo e documentação são as principais características do Bootstrap. Pois a customização é rápida e fácil, responsividade torna o site mais responsivo e a documentação conforme o site do desenvolvedor, mostra que é bem simples e prático de aprender tornando a implementação fácil. Geralmente usado em frond-end, mas atualmente é utilizado em back-end, pois suas ferramentas visuais tornam o visual dos projetos avançados mais aperfeiçoado. Dessa forma, o usuário fica mais familiarizado com o sistema.

Incluso em seu conjunto de recursos, se encontram o HTML 5, CSS 3, Jquery, Node, JavaScript, Ajax. Dessa forma, ao baixar o pacote Bootstrap, não será mais preciso baixar os plug-ins do Jquery por exemplo, pois já faz parte do pacote do Bootstrap.

Rápido

Bootstrap é rápido por quatro motivos:

  1. Seus arquivos tem um tamanho bem pequeno.
    1. js tem no máximo 83kb;
    2. css tem no máximo 98kb
    3. webfont tem no máximo 144kb.
  2. Carrega só o que precisa, somente o que for utilizado no projeto.
  3. Escrever menos código, não precisará definir todo o layout do formulário, pois irá usar classes pré-definidas e melhorar o layout do formulário sem precisar codificar mais nada por exemplo.
  4. Utiliza o sistema de Grids, principal enfoco do Bootstrap, por causa das 12 colunas que se trabalha de forma dinamizada da ferramenta.

 Fases do Bootstrap:

  • Versão 1 – Somente disposto para facilitar o desenvolvimento para desktops. Não tinha os conceitos ligados a responsividade de acordo com outros dispositivos, exemplo tablets, smartphones.
  • Versão 2 – Desenvolvimento para desktop com adaptação para tablete e por fim smartphones. Foi implementado a responsividade para dispositivos móveis.
  • Versão 3 – Surgiu o conceito de mobile first, que é justamente a questão da responsividade inicial para mobile para posteriormente adaptação dos desktops. Inverso da segunda versão.
  • Versão 4 – Realizado a mudança do modelo Less para o Sass, deixando a compilação mais rápida. Fim do suporte para IE8 e lançamento do Bootstrap themes.

Sistema de grade (Grids System) é responsivel e permite até 12 colunas através da página. Tem 4 tipos de classes, dependendo do dispositivo e pode ser ntegrado com outro para criar layouts flexíveis. O layout de sites que são visualizados tanto em navegadores de desktops ou mobile, são de extrema importância, pois o uso das grids, tem o papel de ajustar o layout conforme o tamanho da tela. Assim, tornando sistemas de grade útil.

Bootstrap fornece ferramentas para a construção de sites e aplicações modernas, agregando recursos dinâmicos. Sendo uma ferramenta gratuita e de fácil acesso, vale muito a pena o uso de Bootstrap em projetos mais avançados.

Autor Douglas Beux
Fontes:
Baseado em http://www.ericplatas.com.br/artigos/introducao-bootstrap-framework/.
Adaptado de https://imasters.com.br/design-ux/design-responsivo/7-razoes-para-desenvolver-seus-web-designs-no-bootstrap/?trace=1519021197&source=single.
Adaptado de https://www.youtube.com/watch?v=0o2GWZ0uUeY&t=1839s.

UI Design Patterns

O que é UI Design

O User Interface Design (Design de Interface do Usuário), é aonde ocorre a interação e controle de um dispositivo, software, aplicativos ou sites por parte do usuário. Esta interação pode ocorrer através de botões, menus e demais componentes da interface.

Projetos de UI podem ser utilizados para garantir as necessidades que o usuário irá utilizar, e assim criando uma interface que contenha elementos de fácil utilização e acesso, para que seja alcançado um bom nível de experiencia amigável ao usuário e não cause frustações ao utilizar um sistema.

Atualmente é muito importante entender que User Interface não é apenas como uma aplicação se parece e quais cores foram utilizadas para tal processo, também se baseia como uma aplicação irá funcionar e como a interação do usuário será realizada indo além da aparência. Para que possa ser alcançado devemos utilizar a User Experience (UX Design) que por mais que os nomes sejam parecidos são abordagens bem diferentes, já que UX estará relacionado com a experiencias e os sentimentos do usuário e a UI será a maneira com que este usuário alcançara a experiencia.

Diferença entre UI Design e UX Design

UI é quando falamos de criação de interfaces para que o usuário final possa interagir com a aplicação, utilizando as melhores práticas para que seja criado uma interface de fácil utilização e visualização de todas informações.

UX normalmente confundido com UI por serem apresentados juntamente na interface, mas a verdade, é que UX se encaixa na sensação que um usuário irá ter ao navegar por uma interface. Assim a UX é responsável por criar um sentimento bom ao usuário enquanto os mesmos utilizam a aplicação tornando esta experiencia em algo inesquecível. UX também está relacionada com a forma que as funções principais serão utilizadas pelo usuário, usabilidade criação de novos cadastros, e pesquisas.

 

 

Preocupações com a Usabilidade

É necessário que um usuário consiga identificar elementos de interface e o que os mesmos realizam de uma forma clara. Por isso a criatividade ao compor um elemento é muito importante, mas deve se levar em conta os padrões que os usuários já estão acostumados a utilizar e reconhecer facilmente.

Um exemplo fácil de utilizar e a cor de botões que estamos acostumados a utilizar e ver aplicações. Aonde a maioria utiliza a cor verde para ações positivas como salvar, adicionar, e a cor vermelha para ações de negação com deletar. Se trocar as cores para as ações podem acontecer confusões durantes processos simples deixando o usuário frustrado com a situação.

A utilização de palavras abreviadas ou apenas uma palavra em um botão e a utilização de ícones poderá dar ao usuário uma mensagem mais clara e adequada sobre as funcionalidades de tomar uma ação.

Acessos Facilitados

É muito importante que a interface seja redundante, deixando mais de um caminho possível para que o usuário chegue em seu objetivo ou desfaça alguma ação errada, este papel de guiar de forma fácil o usuário é do profissional de UI Design.

Um exemplo que podemos utilizar e a tela de cadastro que muitos sites utilizam quando um usuário arrasta o mouse pra fora da área de trabalho do browser e a janela modal de fotos do facebook, que podem ser facilmente fechadas utilizando um clique em qualquer parte da tela fora do modal, clique na opção fechar no canto superior e ou apertando o ESC do teclado.

Interação com o usuário

A importância de interação com o usuário é muito importante, a interface deve realizar esta tarefa com muita frequência para que seja mostrado informações sobre ações tomadas e os processos realizados pela aplicação. Exemplos muito simples são as barras de carregamento que podem deixar o usuário esperando o seu carregamento ou finalizar um processo por não ser se o mesmo será carregado.

Prototipagem

A utilização de protótipos, rascunho e wirefrmaes é muito comum para o profissional de UI, para que possa ser desenhado a estrutura inicial do projeto. É a parte essencial, pois através da prototipagem começara a ter uma visão geral do layout e das hierarquias de todo conteúdo da aplicação, a disposição dos elementos da interface e pontos de interação.

 

 

Para trabalhos com HTML, CSS e aplicativos mobile não é aconselhado a criação de interfaces sem que antes o cliente tenha aprovado todo projeto, pois para realizar modificações torna-se muito trabalhoso e demorado.

Referências

Lovi, Rafael. O Que é User Interface (UI)?. Disponível em: < https://www.raffcom.com.br/blog/o-que-e-ui/>. Acesso em  25 abril de 2018.

As Diferenças entre UI Designer e UX Designer. Disponível em: < http://multiad.com.br/design/as-diferencas-entre-ui-designer-e-ux-designer/>. Acesso em 27 abril de 2018.

Rodrigues, Raianne. 5 Dicas: UX e UI design. Disponível em: < https://blog.novatics.com.br/5-dicas-ux-e-ui-design-d787ef46b6b8 >. Acesso em 27 abril de 2018.

Matiola, Willian. O Que é UI Design e UX Design?. Disponível em: < http://designculture.com.br/o-que-e-ui-design-e-ux-design>. Acesso em 28 abril de 2018.

Matiola, Willian. O Que é UI Design e UX Design?. Disponível em: < http://designculture.com.br/o-que-e-ui-design-e-ux-design>. Acesso em 28 abril de 2018.

Análise de dados: como priorizar as informações mais importantes?

Seja pelo escândalo do Facebook e Cambridge Analytica, pelo nosso mapa traçado detalhadamente pelo Google Maps, ou simples sugestões de compras relacionadas em um e-commerce. Nós temos nossos dados coletados e analisados diariamente usando para o bem, e inevitavelmente, para o mal.

Produzimos uma infinidade de dados, diariamente, deixando cliques e rastros de navegação em todo o universo online. Se observados isoladamente, esses dados podem parecer irrelevantes. Mas através de conceitos da Inteligência Artificial como Machine Learning e outros métodos para a análise de dados, eles já se tornaram um divisor de águas para o avanço do conhecimento em todas as áreas de nossa sociedade. Desde a medicina até à música, do Facebook ao mundo real.

BIG TRASH DATA:

Big data é lixo. Sim, é lixo como aquele pedaço de carne sobrado que vai pro lixo pois não sabemos como reutiliza-lo e fazer um delicioso carreteiro, por exemplo.
Sem metáforas, big data nada mais é do que toda a informação que recebemos mas que involuntariamente deixamos passar, pois não temos capacidade de processá-la e armazená-la no nosso cérebro. Mas a diferença, é que no mundo digital, toda essa informação que produzimos, fica armazenado, e se analisada com atenção, pode ser o estopim para uma revolução na inovação mundial. Desde a sugestão de publicações no Facebook até a descoberta de cura para diversas doenças.

ANALISAR. MAS O QUE ANALISAR?

Quem procura, acha. Mas precisamos saber o que procurar.
Na visão de Steven D. Levitt (Freaknomics), “a economia é uma ciência com instrumentos para chegar a respostas, mas sofre uma tremenda escassez de perguntas interessantes”. O grande sucesso para criarmos relevância em qualquer pesquisa é saber o que realmente queremos saber(!). E para saber, precisamos viver. Entender o contexto do que queremos fazer é essencial, precisamos vivenciar o universo que a pesquisa se baseará, entender o mecanismo e refletir, para então, criarmos as perguntas certeiras e respondê-las através de dados.
Economia de tempo nem sempre é gastar menos tempo.

AFINAL, O QUE É ECONOMIA?

Muitas vezes, pensamos em economia e logo nos vem à mente inflação, taxa de juros, cotação do dólar. Mas a verdade é que a economia vai muito além disso. Ela não se baseia apenas em números, mas sim em comportamento. Ela pode responder perguntas como: “o que mata mais, armas ou piscinas?”, “crianças que têm livros em casa têm desempenho melhor que as outras?”. Para isso, precisamos mergulhar no universo de nossas perguntas e conhecer o contexto.

CAUSALIDADE x CORRELAÇÃO:

Este é um ponto crucial na análise de dados. Precisamos tomar cuidado com nossas análises para não confundirmos causalidade com correlação.

Mas afinal, o que é causalidade e correlação? Correlação é a relação ou semelhança entre duas coisas. Apenas isso. Nem toda correlação acarreta em uma causalidade. Sabe por que? A causalidade requer que, por exemplo, a variável X seja causa da variável Y, e a variável Y é consequência da variável X. Ou vice-versa.

Temos o clássico exemplo da correlação de que “no verão, as mortes por afogamento crescem de acordo com a elevação no número de consumo de sorvete”. Quantos pais não se preocuparam e alertavam os filhos para nã tomarem sorvete na beira da piscina? Essa correlação existe, e realmente no verão, o número de mortes por afogamento aumenta e a venda de sorvetes também. Mas não existe causalidade. Uma coisa não causa a outra. No verão, as pessoas vão mais à piscinas e também tomam mais sorvete. Mas o que mata não é o sorvete, é o nado. A causalidade é o aumento da temperatura.

 

Portanto, a análise de dados é um processo tão simples de ser absorvido, porém complexos de se fazer. Não pelo domínio técnico nem nada, mas sim pela imersão no universo a ser analisado, a fim de obtermos as melhores perguntas e utilizar a análise como meio para obtermos as respostas.

Raphael Chieli Capellari.
Links relacionados: Freaknomics – Ed. Campus -12/04/2005

O que é Machine Learning?

O Machine Learning é a ciência que faz com que os computadores exerçam suas funções sem que pareçam explicitamente programados para tal. O Machine Learning foi responsável pelo aprofundamento do desenvolvimento dos carros automáticos, recursos de reconhecimento de fala, buscas na web e possibilitou um avanço na compreensão do genoma humano. É um método de análise de dados que automatiza o desenvolvimento de modelos analíticos. Usando algoritmos que aprendem interativamente a partir de dados, o aprendizado de máquinas permite que os computadores encontrem respostas sem serem explicitamente programados para procurar algo específico.

 

Para que fins é utilizado?

 

  • Detecção de fraudes.
  • Resultados de pesquisa na Web.
  • Anúncios em tempo real em páginas da web e dispositivos móveis.
  • Análise de sentimento baseada em texto.
  • Pontuação de crédito e próximas melhores ofertas.
  • Previsão de falhas em equipamento.
  • Novos modelos de precificação.
  • Detecção de invasão na rede.
  • Reconhecimento de padrões e imagem.
  • Filtragem de spams no e-mail.

 

Métodos de Machine Learning

 

  • Supervisionado:

É usado sempre que o programa é “treinado” sobre um conjunto de dados pré-definido. Baseado no treinamento com os dados pré-definidos, o programa pode tomar decisões precisas quando recebe novos dados. Exemplo: Por exemplo, uma peça de equipamento pode ter pontos de dados rotulados com “F” (com falha) ou “R” (em funcionamento). O algoritmo de aprendizagem recebe um conjunto de entradas junto com as saídas corretas correspondentes, e o algoritmo aprende comparando a saída real com as saídas corretas para encontrar erros. Em seguida, ele modifica o modelo de acordo. Por meio de métodos como a classificação, regressão e previsão o aprendizado supervisionado usa padrões para prever os valores do rótulo em dados adicionais não rotulados.

  • Não Supervisionado:

É usado contra a dados que não possuem rótulos históricos. O sistema não sabe a resposta certa. O algoritmo deve descobrir o que está sendo mostrado. O objetivo é explorar os dados e encontrar alguma estrutura neles. O aprendizado não supervisionado funciona bem em dados transacionais. Por exemplo, ele pode identificar segmentos de clientes com atributos semelhantes que podem ser tratados de modo semelhante em campanhas de marketing. Ou ele pode encontrar os principais atributos que separam os segmentos de clientes uns dos outros. As técnicas mais populares incluem   decomposição de valores singulares, para segmentar tópicos de texto, recomendar itens e identificar os valores discrepantes dos dados.

  • Semisupervisionado:

É usado tanto contra dados rotulados quanto não marcados para o treinamento, normalmente uma pequena quantidade de dados rotulados com uma grande quantidade de dados não rotulados. Esse tipo de aprendizagem pode ser usado com métodos como a classificação, regressão e previsão. O aprendizado semisupervisionado é útil quando o custo associado à rotulagem é muito elevado para permitir um processo de treinamento totalmente rotulado. Os primeiros exemplos disso incluem a identificação do rosto de uma pessoa.

  • Por Reforço:

É muitas vezes usado para a robótica, jogos e navegação. Com o aprendizado por reforço, o algoritmo descobre pela tentativa e erro quais ações geram as maiores recompensas. Este tipo de aprendizagem tem três componentes principais: o agente (o aluno ou tomador de decisões), ambiente (tudo com o qual o agente interage) e ações (o que o agente pode fazer). O objetivo é que o agente escolha ações que maximizem a recompensa esperada ao longo de um determinado período de tempo. O agente atingirá o objetivo muito mais rápido seguindo uma boa política. Assim, o objetivo do aprendizado por reforço é aprender a melhor política.

 

Exemplos de algoritmos

 

  • Árvores de Decisão:

É um algoritmo de apoio que utiliza um gráfico ou modelo de decisões e suas possíveis consequências, incluindo resultados de eventos futuros, custos de recursos e utilidade. Do ponto de vista da decisão de negócios, uma árvore de decisão é o número mínimo de perguntas que devem ser respondidas para avaliar a probabilidade de tomar uma decisão correta, na maioria das vezes. Como um método, permite-lhe abordar o problema de uma forma estruturada e sistemática para chegar a uma conclusão lógica.

 

  • Classificação Naïve Bayes:

São uma família de classificadores probabilísticos simples com base na aplicação Bayes ‘teorema com forte independência entre as características.

 

  • Regressão Linear de Mínimos Quadrados:

É um método para a realização de regressão linear. Você pode pensar em regressão linear como a tarefa de encaixar uma linha reta através de um conjunto de pontos. Existem várias estratégias possíveis para isso e a de “mínimos quadrados comuns” é assim: você pode desenhar uma linha e, em seguida, para cada um dos pontos de dados, medir a distância vertical entre o ponto e a linha e somá-los. A linha ajustada seria aquela em que esta soma de distâncias é a menor possível. Linear refere-se ao tipo de modelo que você está usando para ajustar os dados, enquanto mínimos quadrados refere-se ao tipo de métrica de erro que você está minimizando.

 

  • Regressão logística:

É uma poderosa forma estatística de modelar um resultado binomial com uma ou mais variáveis explicativas. Ela mede a relação entre a variável dependente categórica e uma ou mais variáveis independentes, estimando as probabilidades usando uma função logística, que é a distribuição logística cumulativa.

 

  • Support Vector Machine:

É um algoritmo binário da classificação. Dado um conjunto de pontos de 2 tipos em lugar N dimensional, o algoritmo gera um hiperplano (N – 1) dimensional para separar esses pontos em 2 grupos. Digamos que você tem alguns pontos de 2 tipos em um papel que são linearmente separáveis. O algoritmo encontrará uma linha reta que separa esses pontos em 2 tipos e situados o mais longe possível de todos esses pontos.

 

  • Ensemble Methods

São algoritmos de aprendizagem que constroem um conjunto de classificadores e, em seguida, classificam novos pontos de dados, tendo um ponderado voto de suas previsões. O método de conjunto original é a média bayesiana, mas os algoritmos mais recentes incluem codificação de saída, correção de erros e reforço.

 

  • Algoritmos de Agrupamento:

A tarefa de agrupar um conjunto de objetos de tal forma que os do mesmo grupo são mais semelhantes uns aos outros do que aqueles em outros grupos.

 

 

AUTOR: Ricardo José Boff

Novembro de 2017

 

FONTES

https://www.sas.com/pt_br/insights/analytics/machine-learning.html

http://www.cienciaedados.com/conceitos-fundamentais-de-machine-learning/

https://br.udacity.com/course/intro-to-machine-learning–ud120

http://www.semantix.com.br/10-algoritmos-de-machine-learning/

https://www.coursera.org/learn/machine-learning#

Google Docs: Criando e compartilhando documentos on-line de forma gratuíta.

Google DocsO Google Docs é mais um aplicativo free oferecido pela Google, que possibilita a criação de documentos, planilhas e apresentações on-line, que podem ser compartilhados por um grupo de pessoas que poderão editá-lo em conjunto.

Com uma interface muito parecida com os outros editores de texto o Google Docs e muito fácil de usar contém barras de ferramentas com ícones para a formatação de texto e vários outros recursos, além de não ser mais necessário ter essas ferramentas instaladas na máquina. Continue lendo “Google Docs: Criando e compartilhando documentos on-line de forma gratuíta.”

Boas Práticas para Desenvolvimento Sistemas

Utilizar boas práticas de programação é um item básico para quem planeja ou já atua na área, trata -se de tudo que pode tornar o código melhor, ou seja  mais legível, veloz, econômico e de fácil manutenção.Um programador que usa boas práticas facilita o entendimento do seu código para seus colegas, e para si mesmo, poupando seu tempo e o da empresa.

Novas boas práticas podem ser criadas todos os dias, já que programadores sempre se deparam com novas situações, por isso todo desenvolvimento exige acima de tudo bom senso,  o ideal é programar visando sempre a melhor performance, o entendimento do código.
Alguns exemplos práticos: Continue lendo “Boas Práticas para Desenvolvimento Sistemas”

Compressão de dados em ambientes corporativos

Através de algoritmos é possível codificar e comprimir/compactar arquivos reduzindo seus tamanhos, sejam eles textos, planilhas, fotos, vídeos ou qualquer conteúdo multimídia. Podemos realizar a liberação de espaço nos discos das estações de trabalho e servidores, racionalizando o uso e otimizando o sistema como um todo utilizando compressão de arquivos.

Podemos citar como principais vantagens do uso de compressão de arquivos a redução do espaço em disco para armazenamento e aumento da velocidade para transferência dos arquivos nas redes locais e internet. No âmbito corporativo, a compressão de arquivos reduz significativamente a banda da rede. Continue lendo “Compressão de dados em ambientes corporativos”

MemoryInjection e CodeInjection

Segurança em sistemas é hoje uma das áreas da informática que mais tira o sono de seus profissionais. Todos os dias novas técnicas, métodos e vítimas aparecem na internet, sendo estes desde pequenos estabelecimentos até corporações multinacionais e governamentais. Este artigo tem por objetivo abordar e trazer a compreensão de  dois métodos de roubo e manipulação de dados MemoryInjection e CodeInjection. A melhor forma de se defender é conhecer. Continue lendo “MemoryInjection e CodeInjection”

Auditoria de impressão: Vendo o que os usuários estão imprimindo.

Controle e auditoria são elementos indispensáveis em ambientes onde circulam informações sigilosas, a Guardian TI disponibilizou novo componente de software em que você pode enxergar o conteúdo dos documentos impressos pelos usuários na rede corporativa.

Mecanismos de auditoria de impressão permitem um maior controle e gerenciamento de impressão, pois todos os trabalhos impressos podem ficar armazenados no servidor de impressão para que o seu conteúdo seja auditado, garantindo que nenhum usuário imprima informações sigilosas ou confidenciais da empresa de forma inadequada. Continue lendo “Auditoria de impressão: Vendo o que os usuários estão imprimindo.”

Assinatura Eletrônica e Certificado Digital, garantindo a identidade em operações on-line

A assinatura eletrônica é um recurso que garante a autenticidade e a integridade dos dados enviados pela internet. Garantindo que o dado enviado realmente foi enviado pelo rementende e não sofreu nenhum tipo de adulteração durante o envio.

A assinatura eletrônica utiliza a criptografia assimétrica, que consiste na utilização de um par de chaves única para cada usuário, uma pública e outra privada. Continue lendo “Assinatura Eletrônica e Certificado Digital, garantindo a identidade em operações on-line”

O que é o Dropbox?

Acesse seus arquivos em qualquer lugar do mundo, sempre.

O Dropbox é um disco virtual que você pode armazenar e acessar seus arquivos e pastas diretamente na internet. O produto possui uma modalidade gratuita que pode armazenar de 2 a 8GB sem necessidade de pagar mensalidade. Uma das funcionalidades do software é manter seus arquivos sincronizados e armazenados localmente em todos os lugares que você instalar o programa.

Você altera um arquivo no escritório e automaticamente ele será atualizado na sua pasta de casa, você sempre tem a última versão de seus arquivos em todos os lugares.

O Dropbox mantém um histórico de todas as operações que você realiza nos arquivos e pastas. Ele funciona como um repositório, porém de forma muito simples e intuitiva de usar. Existe ainda uma versão para que seus arquivos possam estar sempre no seu smartphone.

Se você quer usar e precisa de um convite, basta clicar no link https://www.dropbox.com/referrals/NTM3MzkzNzg3OQ?src=global9
Pronto, está convidado.  Boa experiência!!!

Autor: Thiarlei Machado Macedo
Origem: Micreiros.Com

Software pirata: multa é 10x preço do original

Usar software pirata pode resultar em um gasto 10 vezes acima do valor de mercado da licença.

É o que determinou a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao julgar que a indenização imposta ao infrator por uso sem licença deverá ser punitiva e seguir as regras do artigo 102 da Lei n. 9.610/1998, que impõe maior rigor na repressão à prática da pirataria.

Assim, a indenização devida foi estabelecida em dez vezes o valor de mercado de cada um dos programas indevidamente utilizados. Continue lendo “Software pirata: multa é 10x preço do original”

MPS.BR: Uma experiência de implantação

O MR-MPS.BR é o Modelo de Referência de Maturidade de Processos de Software alinhado com melhores práticas e exigências internacionais de qualidade de software, compatível com as empregadas no CMMI (Capability Maturity Model Integration) que é o modelo da americana Carnegie Mellon University.

Nos próximos dias a Guardian TI passara a fazer parte do seleto grupo de empresas do Brasil a terem o certificado MPS.BR – Nível G, grupo este que atualmente é de 176 empresas. Esta conquista é graças ao trabalho de mais de 12 meses da equipe, em que reformulou-se todo o processo de desenvolvimento de produto, da sua concepção, passando pela construção até a entrega ao cliente final.

Foram implementadas mudanças que refletem diretamente na qualidade final do  produto Continue lendo “MPS.BR: Uma experiência de implantação”