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Para que se tenha uma real mudança no quesito qualidade do processo, todos os envolvidos devem estar com suas ideias alinhadas, todos devem saber que uma mudança sempre trará consigo resistências, seja por parte da alta administração, ou por parte do próprio funcionário no atributo de suas funções.

Para que tenhamos sucesso na implantação da qualidade de processos, devemos principalmente saber promover as ideias e provar que a implantação trará os resultados esperados e podem fazer com que a empresa tenha um ganho de desempenho, um ganho financeiro, um ganho nas reduções dos retrabalhos. Após isso devemos definir e documentar um plano de ação para realizar estas mudanças.

 

 

Como fazer o plano de ação?

Uma vez que os processos estão modelados e seus pontos fortes e fracos estão bem entendidos, um plano de ação deve ser definido. O plano de ação é definido como: “Uma proposta formal, escrita da avaliação (do processo) e o ‘mapa’ para a sua melhoria”. O plano de ação é extremamente importante por várias razões, dentre elas podemos citar: é solicitado para conseguir uma mudança do orçamento para transferir as informações corretas para gerência e para os desenvolvedores sobra a importância e as dificuldades do que será realizado.
Um possível esboço de alto nível de plano de ação pode ter o seguinte formato:

  • Melhora corporativa dos objetivos e motivações;
  • O plano de ação dos diversos grupos e participantes do processo de melhoria, suas responsabilidades e prerrogativas;
  • Os passos da melhoria, suas conexões com os objetivos corporativos e seus critérios de entrada e saída;
  • As fases que conduzem para os critérios de saída de cada passo de melhoria, os riscos e incertezas associados a cada fase e os planos de contingência correspondentes, os gerentes encarregados de monitorar e organizar as fases de execução;
  • O conjunto de atividades envolvidas em cada fase de cada passo, os participantes em cada atividade e suas responsabilidades;
  • O esforço e o custo para cada passo e fase, com intervalos indeterminados;
  • Os benefícios esperados baseados em experiências externas e em informações existentes sobre qualidade e produtividade da organização.

 

Como Plano de Ação, foi estabelecida uma metodologia que contempla: procedimentos de desenvolvimento e manutenção de sistemas, estabelecimento de um fluxo de solicitações de sistemas, o sistema de Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas – SADS, que permite o registro do processo e a extração das métricas estabelecidas.
Autor: Vinicius Gobbato